SINDIFISCO NA MÍDIA

Sindifisco, 31/10/2017

NE-Notícias: Sindifisco aprova paralisação nos dias 9 e 10 de novembro

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Para pressionar o governo estadual a apresenta proposta relativa à recomposição salarial, frente à inflação, os auditores fiscais aprovaram em assembleia retomar mobilização na 2ª semana do mês de novembro. Das ações, a categoria decidiu realizar no dia 8 (quarta-feira) um ato político na sede da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz/SE) e paralisar as atividades nos próximos dias 9 (quinta-feira) e 10 (sexta-feira). A assembleia foi realizada na tarde desta terça-feira (31).

 

“A administração estadual até agora não apresentou uma contraproposta assim como também não aprofundou com transparência o debate sobre a situação financeira do Estado. Não vimos outra alternativa a não ser a de intensificar a nossa pressão contra a inércia das negociações por parte do governo”, afirma o presidente do Sindicato do Fisco de Sergipe (Sindifisco), Paulo Pedroza.  

Pedroza se diz convencido de que o governo está em condições de apresentar uma proposta ao conjunto dos servidores. “Os cofres estaduais receberam dinheiro novo fruto de repatriações, da capitalização de recursos do Fundo Previdenciário de Sergipe (Funprev) e ainda conta com expectativas de crédito fiscais com o Programa de Regularização Fiscal (Refis) e com o vultuoso empréstimo junto à Caixa Econômica.

“Não adianta o governo vir com a velha cantilena de que esses recursos, verbas carimbadas, não podem ser utilizadas em pagamento dos salários de servidores.  Isso nós sabemos, mas com certeza esses novos recursos darão folga na execução orçamentária do governo gerando margem para o atendimento às reivindicações dos trabalhadores do serviço público”, defende o dirigente sindical.    

De acordo com Pedroza, a categoria está credenciada a lutar para impedir defasagem salarial frente à inflação, imposta pelo Estado de Sergipe. “Decidimos retomar nossa campanha, conduzindo-a com maturidade e usando os instrumentos que temos para pressionar e conquistar nosso justo direito da recomposição salarial”, afirma Pedroza.

Fonte: Ascom Sindifico