
Visita aconteceu na tarde desta segunda-feira, dia 23 de fevereiro, na sede do SINDIFISCO/SE
Na tarde desta segunda-feira, dia 23 de fevereiro, o Sindicato do Fisco de Sergipe (SINDIFISCO/SE) recebeu a visita de dirigentes do Sindicato dos Integrantes da Carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental de Sergipe (SindGestor-SE).
De acordo com a presidenta do SindGestor-SE, Etel Mendes, a visita institucional teve como “objetivo dialogar e unir esforços” entre as organizações dos servidores públicos na luta em defesa de uma Política Permanente de Revisão Salarial Constitucional.
A comitiva do SindGestor-SE contou também com a presença dos diretores Claudia Rego e Erick Souza.
Pelo SINDIFISCO/SE, os visitantes foram recepcionados pelo presidente José Antônio dos Santos e pelos diretores Marcio Santa Rosa (Administrativo), Solange Silva (Igualdade de Gênero), Francisco Resende (Relações Intersindicais), Ronaldo Lima (Secretaria Geral) e José Dantas (Aposentados).
Saiba Mais
Durante o encontro, os representantes das duas entidades discutiram a relevância da atuação do Fórum Permanente dos Servidores Públicos Estaduais de Sergipe. Recentemente, o grupo visitou a Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) para mobilizar parlamentares em torno da data-base e da criação de uma Mesa Permanente de Negociação. Também foi destacada a importância da entrega do ofício com esse pleito ao governador Fábio Mitidieri, realizada em 27 de janeiro deste ano.
Segundo José Antônio, a proposta protocolada na Alese e no governo estadual visa instituir uma regra constitucional objetiva para o cálculo do percentual mínimo de revisão anual. A fórmula sugerida baseia-se na média da inflação (IPCA-IBGE) dos últimos três anos, somada à taxa de crescimento da Receita Corrente Líquida (RCL) do mesmo período, dividida por três e aplicada ao fator de 0,80.
Perdas acumuladas
Segundo dados do DIEESE/SE, as perdas salariais acumuladas entre 2013 e 2021 chegam a 40,81%. Os servidores estaduais criticam a ausência de uma regra fixa na gestão atual, sustentando que as revisões ocorrem conforme conveniências políticas, sem parâmetros mínimos ou datas específicas definidas em lei.
Por Ascom do SINDIFISCO/SE